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Sim, certificar faz a diferença. Esta é a resposta à pergunta-título desta publicação e a síntese do estudo que avaliou três casos de certificação socioambiental: dois relacionados à certificação florestal FSC (florestas plantadas no sul do Brasil e comunidades extrativistas no Acre) e um de certificação agrícola da Rede de Agricultura Sustentável (RAS) em empreendimentos cafeeiros no Cerrado e sul de Minas Gerais. A análise cobriu diversas regiões do Brasil (SC e RS; Acre; Cerrado e sul de Minas) e ambientes de certificação distintos (comunitário, empresas florestais, fazendas).
Yes, certifying does make a difference. That’s the answer to the question in the title of this publication, and the conclusion of the study that evaluated three socio-environmental certification cases: two related to FSC forest certification (planted forests in southern Brazil and extractive communities in Acre) and one related to agricultural certification by the Sustainable Agriculture Network (SAN) in coffee enterprises in the Cerrado region and southern Minas Gerais. The analysis covered several regions of Brazil (Santa Catarina and Rio Grande do Sul, Acre, the Cerrado, and southern Minas Gerais) and different certification environments (communities, forestry companies and farms).
O mercado internacional para produtos agrícolas, como o café, segue a cartilha do consumidor moderno. Antes de comprar, ele quer ter certeza de que está incentivando a produção sustentável com responsabilidade social.
UICN, la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza, contribuye a encontrar soluciones pragmáticas para los urgentes desafíos del medio ambiente y el desarrollo que enfrenta el plane...
Este manual contém os processos e as regras para aqueles que solicitam a certificação ou que já estão certificados. A certificação segue a Norma para a Agricultura Sustentável (Fevereiro de 2008), a Norma para Grupos (Novembro de 2004) e/ou os Requisitos para a Aprovação da Cadeia de Custódia (Agosto de 2007).
Neste documento, são descritos todos os processos, os compromissos e os deveres para obter e para manter o certificado Rainforest Alliance Certified. Aplica-se, assim, aos que solicitam a certificação pela primeira vez, assim como aos que demandam os processos anuais de acompanhamento.
O objetivo da norma é mitigar os riscos ambientais e sociais causados pelas atividades agrícolas por meio de um processo que motiva a melhoria contínua, assim como fornecer uma medida de desempenho social e ambiental e boas práticas de manejo para uma propriedade agrícola. O cumprimento é avaliado através de uma auditoria liderada por organismos de inspeção autorizados que medem o nível de concordância das práticas ambientais e sociais da propriedade agrícola com os critérios da norma.
A norma está estruturada em dez princípios. Cada princípio é composto por critérios. A Norma para Agricultura Sustentável da RAS contém 94 critérios. Os critérios descrevem as boas práticas de manejo social e ambiental que são avaliadas mediante os processos de inspeção.
Este documento define o propósito (seção 2), escopo (seção 3) e vigência (seção 4) da Política de Certificação para Propriedades Agrícolas. Refere-se a documentos oficiais vigentes (seção 5) e contém um glossário de definições (seção 6). A política em si é descrita na parte principal deste documento (seção 7). Os anexos detalham os cultivos autorizados e não-autorizados para a certificação Rainforest Alliance Certified™.
O relatório apresenta os projetos e as conquistas que marcaram 2007.
hecho en Dobra :-)